É a primeira vez que paro para falar de algo meio sem cabimento e não sei se vai ficar bom, mas nessa noite muito entediante de domingo, eu não tinha nada para fazer e parti a ler alguns blogs por ai. E percebi que em grande parte desses tais, as pessoas criticam, criticam e criticam mais um pouco suas vidas tão miseráveis, chega até a ser comovente, se você for meio bobinho. Casos como jovens, geralmente de classe média, falando sobre lixo, poluição, roubalheira e um caso bem engraçado, sobre amor.
Não sendo preconceituoso ou me achando melhor que estes outros, mas o ponto que eu quero tocar é o fato de que eles falam tanto sobre isso e continuam sentados em suas lindas poltronas, comendo Nutella e tomando Coca-Cola. Então, alguém me diga, adianta alguma coisa? Não. Da mesma maneira que não vai servir de nada este post, pois não vou sair por ai falando para as pessoas que elas não devem fazer isto.
E como já foi dito no começo disso aqui, é a primeira vez que faço isso – espero que a ultima – e é totalmente sem cabimento, realmente não aprovo esse tipo de conduta, mas agora sim, a parte que eu queria tocar com tudo isso. Em meio a esta fatídica leitura me vi preso a um erro tão grosseiro, que até minha avó que tem catarata enxergaria e ficaria espantada. O erro foi o seguinte:
“O mundo esta assim por causa disso, pessoas que não fazem nada por ninguem, não dizem o que penssão, fazem merda por preguiça de fazer o certo, e acham que fazem muito”
Agora, ignorem todos os outros erros e o fato de não conseguirmos entender muito do que nosso amigo quer passar e prestem atenção no bizarríssimo: “penssão”. Você, caro colega, pode tentar achar mil e uma maneiras diferentes de me explicar o porquê deste rapaz ter feito isso com nossa queridíssima língua portuguesa. Já vi e claro, cometi várias agressões a nossa língua mãe, porém essa me deixou com a “pulga atrás da orelha”.
Como alguém consegue cometer tal deslize? Não, me desculpe, mas isso não pode ser chamado de deslize. Presenciei e mostrei para vocês um homicídio doloso, sim, aquele no qual você tem intenção de matar. Essa é a única explicação para esse fato que me rendeu muita indignação e claro, várias risadas. Mas é só isso mesmo, fiz todo esse show só para falar do erro mesmo. Obrigado pela atenção.